Thursday, 29 September 2011

Caderno de Resumos da Jornada 2004

BIOLOGIA

UFRJ

A ESPECTROFOTÔMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA AJUDANDO A DETECTAR METAIS PESADOS NO MEIO AMBIENTE.
Kelly Cristine Cardoso Vieira1; Laura Teixeira Barcellos1;João Paulo Machado Torres2
1Colégio Estadual Julia Kubitschek.
2 UFRJ - IBCCF
O trabalho consiste em analisarmos amostras de solo e sedimentos do Amazonas, pois um dos meios de subsistência daquela região é o garimpo de ouro que usa mercúrio. Assim, o laboratório analisa a contaminação por mercúrio nos ambientes dos rios, visando estudar se isso pode provocar doenças neurológicas nas pessoas.
Para a verificação dos níveis de poluentes, existem diferentes métodos como a fotometria de chama, que consiste em submeter as amostras a uma chama, e analisar espectros luminosos de várias formas: e.g.: uma chama de sódio emite luz amarela. Esse método é antigo e não muito preciso, pois como alguns metais como o magnésio não fáceis de detectar.
O laboratório de Radioisótopos da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), utiliza um Espectrofotômetro de Absorção Atômica, Varian, modelo AA1475. O método se baseia no fato de que átomos metálicos absorvem energia fortemente em comprimentos de ondas discretos características que coincidem com as linhas do espectro de emissão de metal considerado. Essa máquina é capaz de detectá-los de forma precisa, (65 tipos de forma direta e ainda outros de forma indireta). Um outro detalhe importante é que ela pode detectar os metais em amostras pequenas, com quantidades especificas diminutas.
A absorção atômica também pode ser usada para várias aplicações importantes, tanto na medicina, na agricultura, como na indústria do petróleo.

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

UENF

REESTRUTURAÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO DO GLOSSÁRIO DO SITE DE QUÍMICA AMBIENTAL DA UENF.
Ludimilla Barcelos da Cunha1; Clevi Elena Rapkiewicz e Marília Dutra2
1 Liceu de Humanidades de Campos
2 Laboratório de Engenharia de Produção . LEPROD-CCT-UENF
A utilização de um conteúdo digital é de grande importância e agilidade no processo educacional, com esta base, este projeto está inserido no contexto da utilização da informática para permitir ao aluno ou professor de ensino médio, através de sites, ter acesso a um material voltado particularmente no ensino de Química através do tema transversal Química Ambiental.
Um dos recursos deste site desenvolvido no projeto,(www.uenf.br/uenf/centros/cct/qambiental/), é um glossário, que tem como objetivo, auxiliar o usuário em relação a específicos termos cuja definição não é de conhecimento do mesmo. Há dois tipos de glossário, um estático e outro dinâmico. O glossário estático contém definições de termos existentes no site e é acessado a partir da página principal. Não há divisão alfabética e nem referência das páginas de onde os termos aparecem. Assim, o usuário fica sem saber em que contexto aquele termo aparece. Já o glossário dinâmico permite que o usuário consulte o significado do termo no contexto no qual o mesmo está sendo utilizado. O significado é apresentado ao passar-se o mouse sobre o termo. Ambos os glossários foram implementados há cerca de dois anos. Desde então, a utilização com professores e alunos vem mostrando que seria necessário rever o glossário, com modificações voltadas para facilitar o acesso ao mesmo, contextualizando e incluindo novas palavras no glossário. Visando sanar estas deficiências, foi feita uma reestruturação do glossário com as seguintes melhoras: 1) o link glossário da página principal, leva o usuário para página do glossário contendo um índice com as letras do alfabeto, e ao clicar na letra desejada, o mesmo leva até os termos que comecem com a letra selecionada, e para que haja uma melhor organização, os temos são separados com cores diferentes de acordo com a letra inicial do termo; 2) em cada termo é mostrado em quais páginas o mesmo é
encontrado, havendo links para levar o usuário até elas, facilitando o manuseamento do material e promovendo a contextualização; 3) o glossário possui um link voltar, que envia o usuário de volta à página principal. Com essas modificações a utilização do glossário será mais amigável, trazendo facilidade, agilidade e incentivando usuários a ampliar seus conhecimentos com um material produzido por próprios alunos.

FÍSICA

UENF

A FÍSICA NA COZINHA.
Raquel França dos Santos1,Fabíola Barbosa Coelho1,Cristiano Paulo Araújo2 ,Sabrina Gomes Cozendey2 , Marcelo de O . Souza2
1 C. E. José Francisco Salles
2UENF- CCT -LCFIS
Esse projeto tem como objetivo produzir um vídeo didático de curta duração, tendo como tema .A Física na Cozinha., que possa ser utilizado como ferramenta auxiliar para a apresentação de conceitos básicos de Física no Ensino Médio.
O vídeo produzido apresenta situações vivenciadas no dia-a-dia de uma cozinha onde seja necessário o conhecimento de conceitos básicos de termologia para analisá-las.

O FUTEBOL E A FÍSICA.
Luciana de Souza1; Luís Felipe da Silva Pinto Azeredo1; Alzimar Fernandes Gomes2; Sabrina Gomes Cozendey3; Marcelo de Oliveira Souza3
1 C. E. José Francisco Salles
2 ETE João Barcelos Martins
3 UENF- CCT -LCFIS
Esse projeto tem como objetivo produzir um vídeo didático de curta duração, tendo como tema .O Futebol e a Física., que possa ser utilizado como ferramenta auxiliar para a apresentação de conceitos básicos de Mecânica no Ensino Médio.
Nesse vídeo são analisados, associados a situações comumente presentes em uma partida de Futebol, conceitos básicos de lançamento de projéteis, inércia, velocidade, aceleração, força, impulso e colisões.

A FÍSICA DO MOVIMENTO.
Milena Moreira de Oliveira1 ; Monique Campos Barreto da Silva2; Sabrina Gomes Cozendey3 ; Marcelo de Oliveira Souza3
1C. E. José Francisco Salles
2 Liceu de Humanidades de Campos
3 UENF- CCT -LCFIS
Esse projeto tem como objetivo produzir um vídeo didático de curta duração, tendo como tema .A Física do Movimento., que possa ser utilizado como ferramenta auxiliar para a apresentação de conceitos básicos de Cinemática no Ensino Médio.
Para a produção do vídeo foram consideradas situações presentes em nosso cotidiano, como o movimento de, escadas rolantes de um Shopping Center, automóveis e transeuntes. A análise da Física do movimento presente nessas situações compõe a estrutura básica do material didático produzido.

GRAVIDADE INVADINDO AS ESCOLAS.
Lucas Sousa Carvalho Martins1; Marília Paixão Linhares2
1ETE João Barcelos Martins Campos dos Goytacazes
2 UENF - CCT/ LCFIS - Campos dos Goytacazes
A importância de divulgar a ciência física no ambiente escolar, numa perspectiva diferente daquela usual em que os alunos já se acostumaram a serem bombardeados com fórmulas e exercícios, foi discutida entre o grupo de estagiários do Projeto Jovens Talentos. A partir dos nossos encontros escolhemos como o nosso principal objetivo divulgar a ciência em ambientes não formais de ensino, de modo a despertar o interesse de jovens alunos de ensino médio para temas atuais da Ciência. Entendemos que nossas escolas acabam impondo seus pontos de vista como se fossem absolutos, sem levar em consideração as descobertas, idéias e teorias recentemente discutidas no meio científico, por isso é importante levar esse conhecimento até os alunos. A partir de uma ampla pesquisa em materiais de divulgação científica, cada um de nós escolheu um tema de nossa preferência para nos aprofundar no conhecimento e prepararmos materiais de exposição. A leitura que escolhi, trata-se do artigo intitulado .Essa estranha gravidade. do físico Marcelo Gleiser, publicado no caderno MAIS da Folha de S. Paulo (01/02/2004).
Elaborei uma adaptação do mesmo, baseado também em outras fontes, demodo a torná-lo mais acessível e interessante aos alunos do Ensino Médio. Escolhi este artigo, pois, de modo geral, estamos tão habituados com os efeitos da gravidade que nem nos perguntamos por que as coisas caem, e é importante saber que, ao longo da história, homens como Newton e Galileu se preocuparam em explicar tal fenômeno. Além disso, ele trata das evoluções dos conceitos e teorias que estes homens desenvolveram para interpretar a gravidade. A abordagem desse tema é importante, pois, implica na própria noção da teoria ser um conceito incerto. .Mesmo provada a eficácia da teoria newtoniana da gravitação, não se trata de uma teoria necessariamente verdadeira. Ela pode prestar grandes serviços na prática: pode introduzir a inteligibilidade no estudo teórico de uma enormidade de fenômenos. Mas isso não a torna perfeita. 1. Por isso mesmo, Einstein aperfeiçoou a interpretação desse fenômeno, propondo a teoria da relatividade geral, mas, mesmo assim, ainda hoje nos deparamos com muitas questões desta teoria a serem respondidas, como, por exemplo, por que a presença de massa encurva o espaço?
A exposição de tais questionamentos poderá estimular os jovens a buscarem respostas para os mesmos, interessando-se pela ciência e seus mistérios.

SEDNA: PLANETA OU ASTERÓIDE?.
Wagner da Silva Terra1; Marília Paixão Linhares2
1 CE Nilo Peçanha
2UENF / CCT Laboratório de Ciências Físicas - Campos dos Goytacazes
Faço parte de um grupo de estudantes do Projeto Jovens Talentos, da Fundação CECIERJ, na Universidade Estadual Norte Fluminense Darcy Ribeiro. O nosso trabalho tem como objetivo divulgar assuntos científicos, geralmente não abordados nos livros didáticos, em ambientes não formais de ensino. Assim, pretendemos despertar o interesse dos alunos do ensino médio para temas atuais da ciência, mostrando como o conhecimento científico é importante no nosso dia-a-dia. Além do mais, a pesquisa incentiva nossa curiosidade em relação aos fenômenos da natureza.
A partir de uma ampla pesquisa em material de divulgação cientifica escolhi para conhecer melhor um assunto .estranho. que é pouco comentado: Será que só existem nove planetas? Todo mundo aprende desde pequeno que sim, mas nem mesmo os astrônomos confirmam isso, pois além de Plutão existem muitos objetos a serem descobertos, como o Sedna, que segundo os cientistas pode ser considerado um planeta do nosso sistema solar ou um simples asteróide. .Mas quem acha que ciência desfaz o mistério da natureza, pode estar enganado. Ao contrário, é a ciência que amplia a compreensão do universo em que vivemos. (Marcelo Gleiser, Folha de São Paulo Mais!).

MATEMÁTICA

UENF

GRÁFICOS DE FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS, USANDO O SOFTWARE MATHEMATICA.
Juliana Gomes Moço1 , Dr. Luis Humberto Guillermo Felipe2
1 C.E. João Batista de Paula Barroso - Campos dos Goytacazes
2 UENF- CCT - Laboratório de Ciências Matemáticas - Campos dos Goytacazes
Usando o software MATHEMATICA, apresentamos diversos gráficos de funções exponenciais e funções logarítmicas. Para cada uma dessas funções a base escolhida é um número real e positivo ou um número real maior que a unidade.
Esses gráficos são obtidos usando o comando PLOT do software MATHEMATICA. Além da apresentação visual . gráfica desses gráficos, apreciamos também algumas propriedades interessantes das funções envolvidas: função exponencial crescente ou decrescente e com imagem sendo o conjunto de números reais positivos , o qual se constitui no domínio da função (inversa) logarítmica correspondente.

.CONSTRUÇÃO DE POLÍGONOS USANDO O SOFTWARE MATHEMATICA.
Elisabelly Pessanha Áreas1; Dr. Luis Humberto Guillermo Felipe2
1 C.E. Dr. Félix Miranda
2 UENF - Laboratório de Ciências Matemáticas/CCT -Campos dos Goytacazes
Com o auxílio do software MATHEMÁTICA, podemos construir polígonos regulares. Apresentamos aqui: triângulos, quadrados, pentágonos, hexágonos, heptágonos, octágonos, eneágonos, dodecágonos e icoságonos. Estas figuras geométricas são obtidas usando o comando PLOT. Além da apresentação visual-gráfica destes polígonos regulares, apresentamos também algumas relações interessantes envolvendo os lados, os ângulos interno e central dos polígonos, o raio da circunferência que inscreve ou circunscreve tais polígonos e a apótema.

ESTÁGIO AVANÇADO 2004

BIOLOGIA


UENF

COLEÇÃO ENTOMOLÓGICA PARA ESTUDOS CIENTÍFICOS DA INTERAÇÃO FLOR-POLINIZADOR AVANÇADO.
Gisele Azevedo da Silva Paes1; Maria Cristina Gaglianone2
1C.E. Benta Pereira - Campos dos Goytacazes
2Laboratório de Ciências Ambientais / CBB/UENF - Campos dos Goytacazes
A polinização que ocorre nos vegetais é de fundamental importância para a propagação das espécies. Os agentes polinizadores são atraídos pelos recursos oferecidos pelas flores, como néctar e pólen. Ao se alimentarem, transferem os grãos de pólen para os estigmas das flores da mesma espécie. A polinização pode ser feita com ajuda do vento (anemofilia), pela água (hidrofilia) e mais freqüentemente pelos animais (zoofilia). A maioria das plantas é polinizada por insetos. Entre 40 e 70 % das plantas podem ser polinizadas por abelhas em ecossistemas como matas e cerrado. É necessário estudar as abelhas e outros polinizadores para se entender a interação entre estes organismos. Por isso, estudar o comportamento do inseto é importante. Por outro lado, para identificá-los e saber que planta costumam visitar, é fundamental capturá-los e analisa-los sob lupa, pois os insetos são muito pequenos. Além disso, é importante identificar o pólen aderido ao seu corpo e se este pertence à planta que o inseto estava visitando. Este aspecto é necessário para determinar se aquele inseto é mesmo um polinizador, pois ele pode ser apenas um visitante floral. Estes estudos são feitos com material biológico preservado em uma coleção entomológica. O primeiro procedimento para se ter uma coleção entomológica é a captura, que pode ser feita com uma rede entomológica. Os insetos alfinetes entomológicos e etiquetados. As etiquetas devem conter o local, data são então sacrificados em frasco mortífero com acetato de etila e montados em, horário, nome da planta e do coletor. O material a ser apresentado neste trabalho foi capturado em um ecossistema urbano (campus da UENF, em Campos dos Goytacazes, RJ) e ecossistemas nativos (Mata do Mergulhão, em Campos dos Goytacazes e Restinga de Iquipari, em São João da Barra, RJ). Esta coleção é uma pequena mostra de insetos dentre muitos potenciais polinizadores nestes ecossistemas. O estudo destes insetos e a sua preservação é fundamental, embora muitas pessoas ainda não tenham esta consciência. O desmatamento crescente pode resultar na extinção de espécies localmente e em alterações nas comunidades animais e vegetais. Estas alterações também são prejudiciais ao homem, que depende diretamente dos recursos naturais para a sua sobrevivência.

EFEITO TÓXICO DE EXTRATOS AQUOSOS VEGETAIS SOBRE LARVAS DE AEDES AEGYPTI..
Andréa Cristina de Oliveira1, Francisco José Alves Lemos 2
1 Liceu de Humanidades de Campos
2Laboratório de Biotecnologia, CBB, UENF, Campos dos Goytacazes, RJ.
O mosquito Aedes aegypti é o principal vetor da febre amarela e dengue, doenças endêmicas presentes em grande escala na América do Sul e África. A transmissão de doenças por insetos vetores e a resistência a inseticidas desenvolvida por alguns insetos, levam a busca contínua por
novos inseticidas. A necessidade de métodos mais seguros no controle de insetos tem estimulado a busca de novos inseticidas em plantas. As plantas têm sido uma importante fonte de substancias químicas com diversas atividades contra insetos. Neste trabalho, foi testado o efeito de extratos aquosos de 23 diferentes espécies de plantas sobre as do quarto estádio larval de Ae. aegypti. Dentre estes, os extratos que se mostraram mais ativos foram os de sementes de Tephrosia sp (0,66 mg/ml), Papaya arica (4,0 mg/ml), Senna sp (4,0 mg/ml) e de murta (Família Myrtacea) (4,0 mg/ml), que causaram mortalidade de 100%. Os extratos de Tephrosia sp e Papaya arica perderam suas atividades tóxicas quando foram submetidos ao aquecimento por 100°C/5 min. Através da precipitação das proteínas do extrato de murta com sulfato de amônio, observou-se que a fração de 0-30% apresentava a atividade tóxica. O procedimento de precipitação será também realizado com os outros três extratos ativos para que, posteriormente, se proceda a purificação das proteínas tóxicas por métodos cromatográficos.

USU

PLANTAS ÚTEIS DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA.
Carina Pereira Andrade de Azevedo1; Regina Helena P.Andreata2
1 EE Gov Roberto Silveira
2 USU - Laboratorio de Angiospermas
O Campus da Universidade Santa Úrsula, situado no bairro de Botafogo, cidade do Rio de Janeiro, apresenta dois aspectos diversos de paisagem: uma área edificada arborizada e um remanescente urbano de Mata Atlântica, que cobre o Morro Mundo Novo. Na área edificada, tema desse estudo, estão presentes diversas plantas da flora nativa brasileira e exótica, de grande valor estético. Devido à grande circulação de pessoas nas dependências do Campus, é de interesse científico e social identificar estes elementos florísticos a fim de viabilizar atitudes de cunho educativo para a comunidade local. O material botânico foi coletado de modo a representar todo o Campus, herborizado segundo as técnicas usuais e identificado pelos estagiários do Laboratório de Angiospermas. Foram pesquisadas informações sobre as utilidades, nome popular, hábito, época de floração e frutificação e origem das espécies catalogadas em planilha própria. Para esse trabalho foram informatizados todos os dados contidos nas planilhas, organizados e analisados, principalmente, quanto às utilidades e suas categorias. A flora do Campus contém 83 espécies distribuídas em 41 famílias. Quanto às categorias de uso 66 são ornamentais, 18 medicinais, 17 madeireiras, 10 comestíveis, 7 industriais e uma de uso no artesanato. A família com mais destaque é a das Aráceas com 17 espécies ornamentais. Aproximadamente 85% dos indivíduos estudados são arbustivos e muito conhecidos pelo seu uso decorativo. Entre as arbóreas sobressaem as frutíferas exóticas como mangueira e o abacateiro mas também espécies nativas como o pau-brasil (Caesalpinia echinata), a quaresmeira (Tibouchina granulosa) e a chicha (Sterculia chicha). Estes dados serão muito importantes para se fazer futuramente uma proposta de paisagismo didático para o campus da USU.

UERJ

ESTABELECIMENTO DA CULTURA DE CALOS DE Cleome spinosa Jacq. (Capparaceae)..
Rodolfo Marcos de Souza1, Ivan G. Ribeiro2, Claudia Simões2, Norma Albarello2
1 CE Antônio Gonçalves
2 DBV/IBRAG/UERJ
A cultura de tecidos vegetais compreende métodos que visam o estabelecimento de material botânico de boa qualidade, produzido e mantido sob condições assépticas. Envolve a excisão de fragmentos de órgãos vegetais (explantes) e subseqüente inoculação in vitro, em meios de cultura de composição específica. Uma das respostas mais comuns da cultura de tecidos é a produção de calos, que podem ser aproveitados na cultura de células em suspensão, na indução de embriões somáticos ou na produção de metabólitos vegetais de interesse. No trabalho em pauta, a adição de diferentes auxinas ao meio de cultura foi testada, visando o estabelecimento da calogênese e posterior produção de metabólitos de interesse medicinal da espécie Cleome spinosa . Explantes caulinares (5mm), oriundos de plantas obtidas de germinação in vitro (GV) e plantas micropropagadas (MP) foram inoculados em meio MS com as auxinas Picloram, 2,4-D, ANA e AIA (0,1; 0,5 e 1,0 mg.L-1) e mantidos a 26±2oC sob fotoperíodo de 16h. Foram avaliadas as respostas morfogênicas dos explantes, bem como as características morfológicas e os pesos de matéria fresca (PF) e seca (PS) dos calos ao final de três meses. Calos de consistência friável foram produzidos em meios com Picloram e 2,4-D. A maior produção de massa calogênica foi obtida com Picloram (0,1 mg.L-1), embora não tenha sido verificada diferença estatística significativa com relação aos meios com 2,4-D para PF (0,1 e 0,5 mg.L-1) e para PS (0,5 mg.L-1). O uso de AIA não induziu resposta morfogênica, enquanto ANA (0,1 e 0,5 mg.L-1) resultou em organogênese direta nos explantes de MP e calos compactos organogênicos nos explantes de GV. A concentração de 1,0mg.L-1, ANA induziu a formação de calos friáveis nos dois tipos de explantes. Os dados indicam Picloram e 2,4-D como os reguladores mais eficientes para a produção de massa calogênica. Em explantes MP, independente da suplementação hormonal, foi observada a produção de substância de pigmentação alaranjada na superfície dos explantes e dos calos. Os calos produzidos estão sendo submetidos à análise fitoquímica.

UFRJ

CROMATOGRAFIA.
Pedro Henrique Tavares dos Santos1 Thaís Cristina Ribeiro de Freitas2, João Paulo Machado Torres 3
1 IE Carlos Pasquale, 2 EE Lélia Gonzáles
3 UFRJ - IBCCF
Nossa linha de estudo volta-se para a análise de contaminantes (pesticidas organoclorados, PCB.s e HPA.s) onde a aparelhagem laboratorial é fundamental para a quantificação dos índices de contaminação das amostras estudadas. Entre elas está o cromatógrafo a gás.
O que é a Cromatografia?
A cromatografia é um método físico-químico de separação de compostos, na qual os constituintes da amostra a serem separados são particionados entre duas fases: uma estacionária e de grande área e a outra um fluido insolúvel que percola através da primeira (que pode ser tanto um líquido quanto um gás). Sendo assim podemos dizer que a cromatografia é a partição de uma fase móvel (FM) e uma fase estacionária (FE) . líquida ou sólida.
A amostra é introduzida no topo da coluna e a fase móvel é eluída pela fase estacionária.
Com o passar da fase móvel , as substâncias começam a migrar de acordo com as interações de suas propriedades físico-químicas com as da fase móvel e as da estacionária .O gráfico obtido através desta leitura é chamado de cromatograma.
Detector de captura de elétrons (DCE)
É um detector de ionização cuja fonte é um emissor de partículas β (as partículas beta são semelhantes aos elétrons, só que são emitidos pelo núcleo de um átomo radioativo, no caso é o 63Ni). Destina-se à análise de compostos que apresentam halogênios em sua estrutura (por exemplo, os pesticidas organoclorados) ou então compostos oxigenados, para os quais a sensibilidade é muito menor. Para que seja feita a leitura no DCE se faz necessário o uso de um gás de arraste, que é a própria fase móvel. Geralmente se emprega o nitrogênio como gás de arraste. Deve ser um gás de alta pureza (acima de 99,99%). Quando o gás apresenta impurezas, há uma diminuição da sensibilidade do detector.
Principais Áreas de Estudo:
Nossa equipe vem fazendo pesquisas na Amazônia:
• Rio Madeira;
• Bacia do Rio Tapajós (inclui Teles Pires e Rio Rato);
• Lago de Balbina ;
• Cidade de Boa Vista; E também no Rio de Janeiro:
• Rio Guandu;
• Rio Paraíba do Sul e as Represas do Funil, Lajes e Vigário, etc;

USS . Vassouras

LEVANTAMENTO DA MACROINFAUNA DE UMA PRAIA PROTEGIDA DO SUL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
Ana Cláudia Neves Mendes1; Vania Filippi Goulart Carvalho Pereira2; Tereza Aparecida Ferreira2
1 C.E. Raul Fernandes
2Universidade Severino Sombra, Vassouras, RJ.
Com o objetivo de verificar a abundância e a distribuição espacial dos Filos da macroinfauna da praia do Corumbê, localizada no município de Paraty . RJ, as coletas foram realizadas mensalmente, sempre que possível na maré mais baixa, de junho/03 a julho/04. A praia foi dividida em seis transectos perpendiculares à linha d. água com cerca de 50m de distância e cada transecto, foi subdividido em níveis paralelos à linha d. água, distantes cerca de 4m entre si, sendo o primeiro nível no limite inferior da zona de espraiamento e, o último, no supralitoral. Para a coleta em cada nível, utilizou-se um amostrador de 150mm de diâmetro que foi enterrado até 250mm de profundidade. A temperatura do ar variou de 20º a 30º e a do sedimento de 22º a 30º . No total foram coletados 2717 indivíduos, sendo 5,12% pertencentes ao Filo Annelida (Classes Polychaeta e Olygochaeta), 50,94% ao Filo Artropoda (Ordens Isopoda e Amphipoda) e 43,95% ao Filo Mollusca (Classes Bivalvia e Gastropoda). Além dos indivíduos coletados no amostrador, foram observados vários outros tipos de Artropoda (Decapoda Anomura e Brachyura). Os Filos Annelida e Mollusca apareceram com mais freqüência nos níveis 1 e 2 e o Filo Artropoda nos dois últimos níveis. A praia do Corumbê se caracterizou como uma praia com águas quentes e rasas, fundo lodoso sobre a areia e pouco batimento de ondas, condições estas típicas de praia protegida e, conseqüentemente, com macrofauna especializada. Este trabalho torna-se importante dada a pouca quantidade de estudos da macroinfauna de praias protegidas do litoral do Estado do Rio de Janeiro.

ENFERMAGEM

USS . Vassouras

COMO ESTÁ SENDO FEITA A COMUNICAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM COM A FAMÍLIA DO PACIENTE.
Jaqueline Lourenço Ribeiro1 ; Camilo Teixeira Alcântara2 ;Lílian Marques Simões2; Edna Gurgel Casanova2
1 C.E.Centenário . Vassouras
2 Universidade Severino Sombra . Faculdade de Enfermagem
Apesar do desenvolvimento de vários programas visando a .humanização. dos serviços, a comunicação entre os trabalhadores de Enfermagem e a família do paciente internado no CTI continua merecendo maiores estudos. Desta forma, estamos realizando esta pesquisa, utilizando o método qualitativo, que tem como objetivos: identificar como os familiares dos pacientes são informados sobre as condições clínicas dos pacientes, promover a capacitação dos integrantes da equipe de enfermagem e de todos envolvidos na comunicação sobre a situação clínica do familiar, bem como proporcionar a criação de novas estratégias de intervenções junto aos parentes dos pacientes. O cenário da pesquisa é o CTI do Hospital Universitário Sul Fluminense. Os sujeitos do estudo são os integrantes da equipe de enfermagem, parentes dos pacientes e todos os envolvidos direta ou indiretamente com o processo de comunicação no CTI. Os dados serão coletados, através da observação participante e de entrevistas semi-estruturadas. Os dados obtidos têm mostrado que os familiares não são informados sobre o estado dos seus parentes, bem como parece haver pouco preparo da equipe de enfermagem para desempenhar tal atividade. Também estão sendo evidenciados, uma falta de esclarecimento quanto a importância do acompanhamento da enfermagem durante a visita no CTI.
Referências:
FIGUEIREDO,N. M. & SANTOS, I. Introduzindo a Enfermagem Clínica no Ambiente Hospitalar. In. Enfermagem Assistencial no Ambiente Hospitalar: realidade, questões, soluções. São Paulo: Atheneu, 2004.
NOVAES, M.A ,KUHL,S.D., KNOBEL E. Aspectos Psicológicos em UTI. In Condutas no paciente grave. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000.

ENGENHARIA

PUC - Rio

PRODUÇÃO DE COMPÓSITOS CIMENTÍCIOS REFORÇADOS COM MICRO-FIBRAS VEGETAIS.
Regiane Simas Souza1, K. Ghawami2
1 CE Guadalajara
2 PUC - Rio
Este trabalho descreve a metodologia adotada para a produção de componentes, sob a forma de placas finas, de compósitos cimentícios reforçados com micro-fibras vegetais (polpa vegetal) de bambu e sisal. Esses componentes são utilizados em ensaios laboratoriais que buscam analisar as características físicas e mecânicas desses compósitos, visando sua utilização sob a forma de coberturas, reservatórios de água e vedações, em substituição ao fibro-cimento reforçado com amianto (cimento-amianto), que é um material comprovadamente danoso à saúde humana e que tem tido sua utilização banida de grande parte dos países desenvolvidos. Descrevem-se as etapas de moldagem, em escala laboratorial, desses elementos, adotando-se uma adaptação do processo HATSCHEK, usado pela indústria do cimento-amianto. O processo consta de dispersão da polpa vegetal em grande quantidade de água, seguida da adição do cimento e homogeneização da mistura. A seguir, é aplicado um vácuo à mistura fluida, em câmara metálica, para retirada do excesso de água. Após isso, é aplicada compressão para possibilitar a saída de maior quantidade de água. A cura é feita em saco plástico, por sete dias, depois por exposição ao ar.

FARMÁCIA

USS - Vassouras

AVALIAÇÃO DO EFEITO ANTINOCICEPTIVO DO EXTRATO DE CAESALPINIA PELTOPHOROIDES BENTH.
Claucilea A Barbosa.1,Chaves, D.S.A.2, RamJ.M.T.A. 2,Borges, O.O.; 2Almeida, A.P.
1 C.E. Thiago Costa - Vassouras
2 Faculdade de Farmácia da USS
Introdução: O gênero Caesalpinia pertence à Família das Caesalpiniaceae. A espécie mais conhecida deste gênero é a Caesalpinia echinata Lam., conhecida como Pau-Brasil, àrvore que deu o nome ao nosso país. A espécie Caesalpinia peltophoroides Benth é uma árvore muitíssimo utilizada em paisagismo urbano, por sua beleza e rápido desenvolvimento. Nosso objetivo é avaliar a atividade antinociceptiva do decocto de Caesalpinia peltophoroides Benth. no modelo das contorções abdominais induzidas pelo ácido acético, em camundongos. Métodos: Foram coletadas folhas desta espécie, no mês de Janeiro fora da época da floração, no município de Mendes, Rio de Janeiro. As folhas secas, naturalmente, foram submetidas a um processo de extração exaustiva com água (4 % p/v), conhecido como decocção. O decocto foi testado no modelo de indução da dor, através da administração da solução de ácido acético (0,1 N), por via intraperitoneal (I.P.) Resultados: Foram utilizados camundongos, machos e fêmeas, com peso médio igual a
20 g. O grupo controle recebeu por via I.P, 0,1 ml de solução de ácido acético (0,1 N), para cada 10g de peso. Durante trinta minutos, os animais foram observados e verificou-se um número médio de contorções igual a cinqüenta e quatro. Um segundo grupo foi tratado com 0,1 mL do decocto e após sessenta minutos, foi injetada a solução de ácido acético. Observamos, no grupo tratado, uma redução do número de contorções em oitenta e dois por cento (82 %).
Conclusões: É possível sugerir, diante dos primeiros resultados, que o decocto da Caesalpinia peltophoroides apresenta um efeito antinociceptico em camundongos, o que justifica a continuidade da investigação.

CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS POR JOVENS DO ENSINO MÉDIO EM VASSOURAS, RJ..
Aline da Silva Alves1, Felipe Costa Oliveira Valente1, Hedilene Cristina Moreira Santos2 e Roberta Olmo Pinheiro3.
os, 1Escola Estadual Santa Rita, Vassouras/RJ. Bolsistas do Estágio Avançado FAPERJ
2 Escola Estadual Tiago Costa, Vassouras/RJ. Bolsista do Estágio Inicial FAPERJ
3 Docente da Universidade Severino Sombra, Vassouras, RJ.O uso de drogas representa um grave problema de saúde pública e os jovens constituem a população de maior contato com essas substâncias, em função de características peculiares dessa faixa etária. No intuito de analisarmos a utilização de substâncias psicoativas por jovens do município de Vassouras, um questionário de auto-preenchimento, previamente aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Severino Sombra, foi distribuído a 603 de um total de 1300 alunos matriculados no Ensino Médio em Vassouras. Dos entrevistados, 433 (71,8%) afirmaram que alguém em sua casa usa cigarro e, 175 (29,02%) afirmaram que o pai fuma, 151 (25,04%) que a mãe é fumante e 31 (5,14%) que eles mesmos fumam. Com relação à utilização de medicamentos psicoativos, 21 (3,5%) alunos afirmaram utilizar algum tipo de medicamento. Dentre os medicamentos psicoativos citados, destacam-se o Tegretol®, Meleril® e Olcadil®. Com relação ao tipo de bebida consumida durante as festas, 191 (31,6%) afirmaram consumir vinho, 178 (29,4%) consomem cerveja e 40 (6,6%) energéticos. Sobre a utilização de drogas ilícitas, 415 estudantes (68,8%) responderam que eles mesmos ou alguém conhecido usa ou já utilizou algum tipo de droga. As seguintes drogas foram citadas como sendo as mais utilizadas: Maconha (53,9%), cocaína (19,3%), Loló (18,8%), Heroína (1,9%), LSD (0,9%), entre outras. Dos entrevistados, 476 (78,9%) afirmaram praticar exercício físico e 13 (2,2%) utilizam anabolizantes. Estes dados preliminares sugerem que apesar dosesforços da mídia, campanhas de prevenção devem ser realizadas diretamente junto aos jovens do ensino médio, uma vez que é crescente o contato dos jovens com as drogas no município de Vassouras, RJ.

FISIOTERAPIA

USS - Vassouras

ALTERAÇÕES POSTURAIS E SUA RELAÇÃO COM A SÍNDROME DO RESPIRADOR BUCAL.
Eduardo Augusto L. Moura1; Carlos Eduardo G. Coelho2;Cláudio Pereira da S. Junior3
1 C.E.Ministro Raul Fernandes - Vassouras
2 C.E. Santa Rita . Vassouras
3 USS
O presente estudo tem como objetivo observar as alterações posturais e sua relação com o respirador bucal. A síndrome do respirador bucal é um conjunto de sintomas que se estabelece quando o padrão fisiológico é substituído por um padrão de suplência bucal ou misto. Tem sido objeto de estudo de vários profissionais que procuram soluções para tratamento das alterações provocadas por esta síndrome. O trabalho foi desenvolvido no Colégio Sul Fluminense de Aplicação com crianças com idade compreendida entre
8 a 12 anos.

FISICA

UENF

A MATÉRIA ESCURA.
Tamara Freitas de Souza1 ; Marília Paixão Linhares 2
1 C.E. João Batista de Paula Barroso - Campos dos Goytacazes 2UENF / CCT - Laboratório de Ciências Físicas - Campos dos Goytacazes
O objetivo deste projeto é divulgar a ciência em ambientes não formais de ensino, pretendendo motivar e despertar o interesse dos alunos do ensino médio para temas atuais da Ciência.
Formamos um grupo de estagiários, do Projeto Jovens Talentos, com a proposta de levar até as escolas, da região de Campos, assuntos da Ciência que não são abordados, em geral, nos livros didáticos. A partir de uma pesquisa ampla, em materiais de divulgação científica, escolhemos os temas de nossa preferência para aprofundarmos e prepararmos materiais para apresentação desses temas.
A minha escolha recaiu sobre um tema que considero um dos mais fascinantes desafios atuais da física moderna, o da matéria escura. A minha atenção para este assunto foi despertada a partir da leitura dos artigos de divulgação científica do autor Marcelo Gleiser, da Folha de São Paulo, caderno Mais: Detectando a matéria escura, A obscura matéria escura e A elusiva matéria escura.
A existência da matéria escura foi proposta para explicar um aparente problema com a velocidade de rotação das estrelas em galáxias. Esse problema tem levado alguns físicos a optar em modificar a teoria de Newton, que atualmente, junto com a lei da atração gravitacional ditam como as estrelas devem girar em torno do centro das galáxias.
Escolhi esse assunto por não fazer parte do currículo regular de Ciências das escolas de ensino médio, e raramente de interesse dos jovens apaixonados por conhecimento dos cursos de Física, e por considerá-lo um mistério da natureza.

UMA ANÁLISE DA EVOLUÇÃO HISTÓRICA DE CONCEITOS BÁSICOS DA MECÂNICA.
Eliana Machado dos Santos1; Marcelo de Oliveira Souza2
1 C. E. João Batista de Paula Barroso
2 UENF- CCT - LCFIS
Esse projeto tem como objetivo apresentar uma análise da evolução
histórica de conceitos básicos da Mecânica. O período que abrangemos nesse projeto tem início com as contribuições de Aristóteles e se encerra com as contribuições de Newton. Incluímos nessa análise dados relativos a teoria do ímpeto da Idade Média através das contribuições Jean Buridan.

O ESTUDO DE UMA FONTE ALTERNATIVA DE ENERGIA: A ENERGIA EÓLICA.
Fillipe Cláudio Lopes Siqueira1 ; Marcelo de Oliveira Souza2
1C. E. Nilo Peçanha
2 UENF . CCT - LCFIS
Neste projeto realizamos uma análise do processo de produção de energia elétrica a partir da energia dos ventos, a Energia Eólica. Foram analisadas as dúvidas mais comuns em relação a utilização desse tipo de energia alternativa. A partir desses dados foi produzido um guia de ajuda com as informações técnicas necessárias apresentadas de modo a que possam ser entendidas pelo público em geral.

UMA BREVE HISTÓRIA DA FÍSICA NO BRASIL.
Gabriela Morais Batista Rodrigues1; Marcelo de Oliveira Souza2
1C. E. Benta Pereira
2 UENF . CCT - LCFIS
Esse projeto tem como objetivo apresentar a história da Física no Brasil, de forma objetiva e considerando a contribuição e dados sobre a vida dos físicos brasileiros que se destacaram internacionalmente e dos que se esforçaram para que no Brasil tivéssemos cursos de graduação em Física e bons núcleos de pesquisa.

MANUAL DA FÍSICA.
Júlia dos Santos Carneiro1; Marcelo de Oliveira Souza2
1C. E. Nilo Peçanha
2 UENF . CCT - LCFIS
Esse projeto tem o objetivo de levar informações sobre algumas áreas da Física. Foram incluídas também informações sobre alguns físicos famosos.
O manual usa ilustrações simples e bem humorada sobre os seguintes temas: Mecânica, Termologia, Eletromagnetismo, Óptica e Física Moderna.
O manual estará disponível na Internet e poderá ser usado por alunos como uma forma de despertar nos mesmos o interesse pela Física.

APROVEITAMENTO DA ENERGIA SOLAR ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE UMA CÉLULA FOTOVOLTAICA: UM CASO PARTICULAR..
Felipe Araújo Paes Barbosa1; Cláudio André Chagas Martins Dias2; Herval Ramos Paes Jr2 ; Marcelo de Oliveira Souza3
1C. E. Félix Miranda
2 LAMAV . UENF
3 UENF- CCT - LCFIS
Esse projeto tem como objetivo analisar uma das formas de aproveitamento da energia solar. Apresentamos dados relativos ao processo de produção de uma célula fotovoltaica e sobre o funcionamento da mesma. Foi desenvolvida uma célula fotovoltaica com a utilização de substrato de silício e acetato de zinco. Nesse caso particular não foi obtido um bom rendimento.

O VÔO DA PIPA.
Evandro Corrêa da Silva1; Marcelo de Oliveira Souza2
1 C. E. Nilo Peçanha
2 UENF . CCT - LCFIS
Esse projeto tem como objetivo apresentar os conceitos básicos de Física que estão envolvidos na análise do vôo de uma Pipa.
Foram construídos alguns novos modelos de Pipa.
Consideramos como referência básica dados apresentados pelo físico Sadao Muri (Parque Tecnorama . SP).

UFF

LANÇADOR MAGNÉTICO.
Igor Sobrinho1 ; King H. Tsui 2
1 C.E.Brigadeiro Castrioto
2Instituto de Física da UFF
Foi construido um aparelho que lança objetos metálicos. O aparelho consiste uma bobina de muitas espiras com o diametro de
1 cm e comprimento de 8 cm. A bobina é alimentada por corrente alternada de 110 V em serie com uma lampada de 60 W como resistor. Um pequeno objeto metalico de 4 cm é introduzido parcialmente dentro da bobina. O campo magnético oscilante induz uma corrente no metal com sentido determinado por lei de Lenz. A assimétrica força magnética lança o objeto para a direção onde o campo é mais forte.

UERJ

MEDIDA DE FORÇA MAGNÉTICA E O CAMPO MAGNÉTICO..
Gabriel Burlandy Mota de Melo1 ; Lílian Sosman2
1 C. E. Professor Murilo Braga)
2 UERJ - Instituto de Física
O objetivo deste trabalho foi medir a força magnética sobre uma haste condutora (de massa m e comprimento L), percorrida por uma corrente, imersa em um campo magnético externo (B) e determinar o valor deste campo. Para a realização do experimento, utilizamos uma fonte de 0 - 20 VCC e um sistema que contém um reostato de 10,5Ω, um amperímetro, uma haste de alumínio de
10 g pendurada horizontalmente em duas molas iguais pelas extremidades, e um imã (Fig.1). Ligamos a fonte de 0 . 20 VCC ao sistema, e a corrente percorre o fio até o reostato, seguindo no circuito através da haste, passando pelo amperímetro e retornando à fonte. O campo externo atuando sobre a haste percorrida pela corrente, gera uma força magnética que puxa a haste para cima. Quando as molas são distendidas surge uma força de restituição que equilibra a força peso da haste (Segunda Lei de Newton). Tem-se então a força magnética puxando a mola para cima, anulando gradativamente a força de restituição. No equilíbrio, a força magnética é igual a força peso. Primeiro mediu-se a massa da haste com uma balança eletrônica de precisão, para determinar a força peso (P) através da fórmula P = m g. O segundo passo foi medir a elongação da mola (Δx) e utilizar as equações F = k Δx e P = mg para determinar a constante de elasticidade da mola (k). Sabendo-se também que, no equilíbrio, F = I L B, determinamos o campo magnético com a equação B = k Δx/I L. E assim conseguimos determinar o campo magnético gerado pelo imã.
Concluímos que utilizando a Segunda Lei de Newton e a teoria de força magnética ao experimento, este se mostrou apropriado para a determinação de campo magnético e a força magnética sobre um fio percorrido por uma corrente elétrica.


GEOGRAFIA

USS . Vassouras

USO DE ESTAÇÃO CLIMATOLÓGICA ALTERNATIVA PARA A CARACTERIZAÇÃO DO MESOCLIMA DA REGIÃO CENTRO . SUL FLUMINENSE: A´REA TESTE . HOTEL E PARQUE ECOLÓGICO PAINEIRAS.
Monique Maidano1, Rafaela Freitas, Cláudio Henrique Reis2
A presente pesquisa visa estudar as variações climáticas da região Centro Sul Fluminense, região onde não há estações climatológicas para o estudo completo do mesoclima. O estudo do tempo e do clima ocupa uma posição central e importante no campo da Ciência Ambiental. As dinâmicas atmosféricas influenciam nos processos em outros segmentos do ambiente natural, principalmente a biosfera, a hidrosfera e a litosfera. O clima então pode ser definido como uma síntese do tempo num dado lugar, durante um período de aproximadamente 30 anos. O mesoclima estuda o clima em áreas relativamente pequenas, entre 10 e 100km2 de largura. Para suprir a necessidade de obtenção de dados que compõe o clima, tais como: precipitação, temperatura, direção de ventos dentre outros, utilizamos uma técnica nova, as estações climatológicas alternativas. Essas possibilitariam alcançar os mesmos objetivos que os de uma estação climatológica normal. São utilizados, apenas, materiais de baixo custo financeiro e, de fácil compreensão para a comunidade. O trabalho é desenvolvido num parque ecológico - com 250,842 há e com média aproximada de
550 m de altitude -, composto de área urbanizada, florestada e em regeneração. Esta área representa a característica paisagística da região Centro-Sul Fluminense.

MATEMÁTICA

UENF

GRÁFICOS DE CURVAS ESPACIAIS, USANDO O SOFTWARE MATHEMATICA..
Millena Toledo Belém 1; Dr. Luis Humberto Guillermo Felipe 2
1ETE Joao Bracéelos Martins - Campos dos Goytacazes
2UENF- CCT - Laboratório de Ciências Matemáticas - Campos dos Goytacazes
Usando o Software MATHEMATICA apresentamos diversos gráficos curvas no espaço tridimensional. Para cada uma dessas curvas é preciso fornecer suas equações paramétricas: X = f (t), y = g (t) , z = h (t) , a ≤ t ≤ b.
Estes gráficos são obtidos usando o comando PARAMETRICPLOT3D do software MATHEMATICA. A escolha destas três funções f, g e h determinam a curva; enquanto que a variação do parâmetro t entre dois números reais a e b delimita uma porção desta curva. Nestes gráficos apresentamos segmentos de retas, arcos de meridianos e paralelos, hélices e espirais.

GRÁFICOS DE SUPERFÍCIES ESPECIAIS USANDO O SOFTWARE MATHEMATICA.
Verônica de Oliveira Ribeiro1; Dr. Luis Humberto Guillermo Felipe2
1 Liceu de Humanidades de Campos dos Goytacazes
2 UENF- CCT - Laboratório de Ciências Matemáticas - Campos dos Goytacazes
Com o uso do software MATHEMATICA apresentamos vários gráficos de superfícies especiais do espaço tridimensional: superfícies cilíndricas e superfícies de revolução. Para cada uma destas superfícies é preciso fornecer suas equações paramétricas:x= f (t,s); y = g (t,s); z = h (t,s); a ≤ t ≤ b ; c ≤ s ≤ d .
Esses gráficos são obtidos através do comando PARAMETRICPLOT3D do software MATHEMATICA. A escolha destas três funções f; g e h determinam a superfície; enquanto que a variação dos parâmetros t e s entre dois números reais, delimita uma porção dessa superfície.
As equações paramétricas de um cilindro com base na curva
y = g (x) : x = t; y = g (t); z = s; a ≤ t ≤ b ; c ≤ s ≤ d.
As equações paramétricas de uma superfície de revolução gerada pela rotação da curva planaz = h (y) ao redor do eixo Z:x = t cos (s); y = t sen (s); z = h (t); a ≤ t ≤ b, 0 ≤ s ≤ 2 π

UFF
USANDO O TABULAE: GEOMETRIA NO COMPUTADOR.
Rodolfo Saraiva Gomes da Silva; Renata Raposo Del- Vecchio1 2
1 C.E.Brigadeiro Castrioto
2 Instituto de Matemática - UFF
Vimos trabalhando alguns problemas de Geometria utilizando o programa TABULAE.
Numa primeira etapa examinamos experimentalmente algumas questões de Geometria plana.
Através de técnicas computacionais a intuição é aguçada, permitindo uma maior compreensão do problema e da necessidade das hipóteses impostas. Só então partimos para a demosntração formal, enfatizando o caráter dedutivo da Matemática, em especial da Geometria.Estudamos o Teorema de Pitágoras e as relações entre bissetrizes, medianas e altura dos triângulos.

QUÍMICA

UFRJ

REMOÇÃO DE CÁLCIO DO SORO DE QUEIJO ATRAVÉS DA ZEÓLITA.
Alessandro Matos1, Zélia Teresinha2
1 C.E.Central do Brasil
2 I.Q. UFRJ
Este trabalho teve como objetivo a remoção de cálcio do permeado do soro de queijo, por tratamento com zeólita do tipo
4 A. Este permeado foi obtido a partir do soro desengordurado de queijo, em equipamento de ultrafiltração, modelo Amicon 8010 / Millipore / EUA.
A remoção de cálcio baseia-se no processo de troca iônica, devido à capacidade da zeólita de permutar íons sódio de sua estrutura pelos íons cálcio do permeado do soro. Para investigar esta troca iônica, amostras de zeólita foram lavadas várias vezes com água tridestilada, para remover o excesso de base proveniente da sua fabricação, e secas à temperatura de aproximadamente
120°C. Foi investigada a influência do tempo de contato, em ensaios no agitador rotatório vertical, com amostras de permeado de soro e massas semelhantes de zeólitas.
Verificou-se que a retenção de cálcio pela zeólita é tanto maior quanto maior for o
tempo de contato, atingindo 14,63% em 80 minutos

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